Ouvindo o Balão Mágico, na sala de casa, na praia, curto estar só. Manhã já vem, dorme pimpão... Lembro meus filhos crianças. Saudade boa, mas uma saudade saudosa deles agora, também. Dia claro, sexta-feira santa. Santa? Não. Dirão os religiosos. Os evangélicos, bem entendido. Tempo de reflexão.
Na minha casa, em dia como hoje, nem se varria casa, limpava banheiro ou arrumava roupa. O que era um alívio, pra gente que fazia tudo, somente até meio-dia. A única coisa permitida era minha mãe fazer comida. E muita!
Peixe de coco (sempre cioba), feijão de coco, quibebe (será assim que se escreve?), salada de bacalhau; arroz, só pra completar. Vinho e sangria, pra beber.
Dado o cardápio, a receita de sangria, pra criança beber vinho:
200ml de vinho
açúcar a gosto
200ml de água ou suco de fruta, de preferência laranja.
Mistura-se tudo e serve-se geladinho.
Confesso que meu paladar se rebela - até hoje - um pouco com o refresco que o vinho passava a ser. Mas, como era sempre vinho de garrafão, muito doce, dava uma amenizada no gosto licoroso. Mas a bebida com água perdia um tanto o sabor, pro meu gosto. Prefiro com suco de laranja.
Outra hora falo de quibebe.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Memórias culinárias I
PAPA DE AMIDO
Hoje se deu uma cena interessante. Meu marido teve vontade de comer papa de maizena. Tenho 52 anos. Faz uns vinte e cinco que não faço uma papa. Me prontifiquei a fazer uma papa, pra gente tomar café, pra ele tomar a papa.
Papa é uma espécie de pudim cremoso, que se pode comer quente, frio ou gelado. Há décadas, era comida de criança com fastio ou de velho com dificuldade de mastigar. A papa pode ser de mandioca, milho, amido de milho, aveia ou qualquer outro ingrediente da preferência. Anotei a chamada papa de maizena.
Ingredientes:
2 xícaras de leite (integral, semidesnatado ou desnatado)
2 colheres de sopa rasas de amido de milho
1 gema
1 pitada de sal
açúcar a gosto
Modo de fazer
Antes de levar ao fogo brando, num papeiro (pequena panela com cabo), misturar o leite e o amido de milho até que este se dissolva por completo. Cozinhar, mexendo sempre (pode ser com colher de pau), até engrossar, ferver e soltar da panela. Servir, conforme a preferência, polvilhado com canela ou um pouco de chocolate em pó.
Hoje se deu uma cena interessante. Meu marido teve vontade de comer papa de maizena. Tenho 52 anos. Faz uns vinte e cinco que não faço uma papa. Me prontifiquei a fazer uma papa, pra gente tomar café, pra ele tomar a papa.
Papa é uma espécie de pudim cremoso, que se pode comer quente, frio ou gelado. Há décadas, era comida de criança com fastio ou de velho com dificuldade de mastigar. A papa pode ser de mandioca, milho, amido de milho, aveia ou qualquer outro ingrediente da preferência. Anotei a chamada papa de maizena.
Ingredientes:
2 xícaras de leite (integral, semidesnatado ou desnatado)
2 colheres de sopa rasas de amido de milho
1 gema
1 pitada de sal
açúcar a gosto
Modo de fazer
Antes de levar ao fogo brando, num papeiro (pequena panela com cabo), misturar o leite e o amido de milho até que este se dissolva por completo. Cozinhar, mexendo sempre (pode ser com colher de pau), até engrossar, ferver e soltar da panela. Servir, conforme a preferência, polvilhado com canela ou um pouco de chocolate em pó.
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