Ouvindo o Balão Mágico, na sala de casa, na praia, curto estar só. Manhã já vem, dorme pimpão... Lembro meus filhos crianças. Saudade boa, mas uma saudade saudosa deles agora, também. Dia claro, sexta-feira santa. Santa? Não. Dirão os religiosos. Os evangélicos, bem entendido. Tempo de reflexão.
Na minha casa, em dia como hoje, nem se varria casa, limpava banheiro ou arrumava roupa. O que era um alívio, pra gente que fazia tudo, somente até meio-dia. A única coisa permitida era minha mãe fazer comida. E muita!
Peixe de coco (sempre cioba), feijão de coco, quibebe (será assim que se escreve?), salada de bacalhau; arroz, só pra completar. Vinho e sangria, pra beber.
Dado o cardápio, a receita de sangria, pra criança beber vinho:
200ml de vinho
açúcar a gosto
200ml de água ou suco de fruta, de preferência laranja.
Mistura-se tudo e serve-se geladinho.
Confesso que meu paladar se rebela - até hoje - um pouco com o refresco que o vinho passava a ser. Mas, como era sempre vinho de garrafão, muito doce, dava uma amenizada no gosto licoroso. Mas a bebida com água perdia um tanto o sabor, pro meu gosto. Prefiro com suco de laranja.
Outra hora falo de quibebe.
Sabe, amiga Magdalena (te conheço há pelo menos uns ENTA anos...!) Lendo o que escreveste me deu uma saudade da gota da tal da sangria. Ainda hoje eu tomo, de vez em quando, mas toda vez que o companheiro me vê fazendo a sangria, me diz que estou "estragado o vinho". Nem ligo e faço a minha sangria e bebo com toda sede do mundo. Problema do companheiro, que prefere nunca tomar e eu é que me delicio com a beberagem deliciosa!
ResponderExcluirbeijos pra tu, Mauro, Natália, Caio...